16 de ago de 2015

Manifestantes fazem novos protestos no TO contra o governo federal

Manifestantes se reuniram na Praça dos Girassóis, em Palmas (Foto: Gabriela Lago/G1)
O protesto contra o governo federal, em Palmas, começou por volta das 16h deste domingo (16). Os manifestantes se reuniram na Praça dos Girassóis, centro da capital. A estimativa da organização é de que cerca de 1 mil pessoas estiveram no local e, segundo a Polícia Militar, o número corresponde a 600.Por volta das 18h30, alguns manifestantes começaram a se dispersar, enquanto outros discursavam no trio elétrico. Vestidos com as cores da bandeira nacional, eles disseram que o governo da presidente Dilma Rousseff não representa o povo, que os políticos do PT se venderam e afundaram o país. A manifestação na capital terminou por volta das 19h."Estamos manifestando contra a corrupção, contra o governo da Dilma e o PT", explicou a organizadora do protesto na capital, Eliz Thomaz.A professora Mayara de Oliveira e o marido, o administrador de empresas e funionário público, Aeronssaytt de Oliveira, foram juntos para a manifestação. O casal já tem dois filhos e Mayara está grávida do terceiro. Eles prostestaram contra a corrupção no Brasil. "Eu desejo um país melhor para meus três filhos", diz Mayara.
Mayara de Oliveira e o marido, Aeronssaytt de Oliveira, protestaram juntos contra a corrupção
(Foto: Gabriela Lago/G1)

O engenheiro de minas, João Alex Cunha Cruz, defendeu a intervenção militar. "Acredito que é uma necessidade diante da situação atual do país. É a única saída", defende. (O pedido de intervenção militar é uma atitude ilegal e frontalmente contrária à Constituição; em seu artigo 5º, a Constituição diz que "constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático").

João Alex Cunha Cruz defendeu a intervenção militar (Foto: Gabriela Lago/G1)

Segundo a representante local dos movimentos nacionais, 'Vem pra rua' e 'Brasil Livre', Lorena Ferro de Abreu, os movimentos no Tocantins não apoiam o golpe militar. "A intervenção tem que ser do povo. Eu acredito que através da participação popular é possível recuperar a democracia", argumenta.

Manifestação em Araguaína contou com 40 pessoas (Foto: ONG SOS Liberdade/ Divulgação)
Araguaína
Segundo a organização do protesto em Araguaína, cerca de 40 pessoas se reuniram por volta das 7h30 na Praça do Galo, centro da cidade, para protestar contra o governo federal. A PM confirmou o número de manifestantes, que pediram pela saída do PT e o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Gurupi
Em Gurupi, no sul do estado, a manifestação contra o governo da presidente Dilma Rousseff começou às 17h30 e terminou por volta das 18h20. Os manifestantes iniciaram o protesto com concentração no Parque Mutuca, próximo à rodoviária da cidade. De lá eles seguiram em carreata pela avenida Goiás até chegar na praça Santo Antônio. Conforme a organização, o protesto contou com cerca de 150 pessoas. Já a Polícia Militar estimou 200 pessoas.

Reunidos na avenida Cônego João Lima, uma das principais da cidade, o grupo segurava faixas e cartazes com palavras de ordem contra o governo e o PT. Eles permaneceram no local por cerca de uma hora e meia e depois dispersaram.
Manifestação em Gurupi reúne 150 pessoas, segundo organização (Foto: Maykon Paiva/TV Anhanguera)
Fonte: G1 Tocantins


Reações:

0 comentários:

Postar um comentário

Fechar


 


Galeria de Fotos