16 de ago de 2015

Manifestações contra Dilma Rousseff ocorrem em várias capitais do Brasil

Movimentação começou em AL, BA, MG, PA, PR, RJ, SC, SP, PE e DF; ativistas pedem o impeachment e a volta de José Sarney

Reprodução/Twitter
Manifestantes pedem a renúncia de Dilma Rousseff em Brasília

A nova rodada de manifestações contra o governo da presidente Dilma Rousseff começou de forma tímida e foi ganhando força neste domingo (16) em várias capitais do Brasil, entre elas São Paulo, Belém, Belo Horizonte, Maceió, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e no Distrito Federal.
Em São Paulo, ativistas começaram a se concentrar em frente ao Masp, na Avenida Paulista, no fim da manhã deste domindo. As manifestações na capital paulista foram marcadas para às 14h. Por causa da movimentação, os carros que seguem sentido Consolação estão desviando o trajeto.
Na capital paraense, Belém, cerca de 1.200 manifestantes deram início aos protestos, de acordo com estimativa da Polícia Militar (PM). As ações, organizadas principalmente pelas redes sociais,contam também com trios elétricos.
Reprodução/Instagram
Ativistas se mobilizam na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro (16/08)

A concentração do evento começou por volta de 8h com a distribuição de adesivos em um dos pontos turísticos da capital paraense, a escadinha da Estação das Docas. Mas a marcha só teve início por volta de 9h15, quando o grupo saiu pelas ruas da cidade. 
No Rio de Janeiro, manifestantes em cima de carros de som fizeram discursos contra Dilma, o PT e escândalos como a Operação Lava Jato na orla de Copacabana, na zona Sul. Sob forte sol, os grupos ocuparam um trecho de uma das pistas da Avenida Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul. Com faixas e cartazes, a multidão disputou a orla com pedestres, bicicletas e banhistas. Os organizadores ofereciam aos participantes camisetas com a estampa "Fora Dilma" por R$ 30, além de tinta para pintar o rosto.
David Shalom/iG São Paulo
Ativistas de São Paulo se reuniram em frente ao Edifício Gazeta, na zona sul (16/08)
Houve ainda manifestantes a favor da intervenção militar e, até mesmo, contrários ao aborto. A estudante Viviane Picorelli, integrante do movimento "Deixai vir os pequeninos", se juntou à manifestação para pedir que o aborto não seja legalizado. "O governo da Dilma, representado pela esquerda, é o que mais tem promovido o aborto no nosso país", declarou.
Em Salvador, cerca de 4 mil ativistas iniciaram o protesto no Porto da Barra e caminharam em direção ao Farol da Barra, ponto turístico da capital baiana, após entoarem o Hino Nacional, de acordo com a PM.
No Recife, manifestantes se reuniram na Avenida Boa Viagem, Zona Sul da capital pernambucana, a partir das 9h. De acordo com os movimentos "Brasil Livre" e "Vem Pra Rua", organizadores do protesto, ao menos 3 mil ativistas passaram pela orla. 
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Manifestantes se reúnem em Maceió para protestar contra a presidente (16/08)
Em Belo Horizonte, Minas Gerais, ativistas se reuniram na Praça da Liberdade com bandeiras, apitos e faixas criticando o governo de Dilma e escândalos de corrupção e antes de iniciarem caminhada pela capital mineira. 
Em Brasília, vestidos com as cores verde e amarelo, ativistas deram início à concentração em frente ao Museu da República, na Esplanada dos Ministérios, por volta das 9h30. A Polícia Militar diz que 25 mil ativistas fizeram uma caminhada em direção ao Congresso Nacional, onde se concentraram. Uma carreata saiu de Águas Claras, região administrativa de Brasília a cerca de 25 quilômetros do centro da cidade, com destino a Esplanada dos Ministérios.
"Nosso objetivo é dar voz à população. Abrimos espaço para as pessoas se manifestarem e uma das coisas que elas querem é a saída de Dilma, seja por impeachment, renúncia ou cassação”, disse o coordenador do Movimento Vem pra Rua em Brasília, Jailton Almeida.
Em Maceió, diversos ativistas usaram as cores da bandeira do Brasil na marcha deste domingo contra a presidente. Cerca de 7 mil ativistas saíram da Avenida Álvaro Otacílio, na orla de Jatiúca, para pedir o impeachment de Dilma. 
*Com Agência Brasil

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