11 de ago de 2015

Carlesse entra segunda semana preso em seu gabinete: pensão ainda não foi paga



Sem pagar pensão alimentícia, da qual questiona os valores, o deputado Mauro Carlesse(PTB) permanece em prisão civil já por 11 dias numa sala de seu gabinete na Assembleia Legislativa (AL), aguardando sua assessoria jurídica trabalhar com os recursos cabíveis. Calesse preferiu não dar entrevistas após o caso tomar proporções nacionais. O processo que originou a prisão é de falta de pagamento de pensão alimentícia e corre em segredo de Justiça, mas sua assessoria já adiantou que trata-se de uma discussão sobre valores, uma vez que o deputado não concorda em pagar o que foi estipulado.


O deputado é mantido na sala sob vigilância de um militar, que fica na ante-sala em período integral. As visitas, segundo a assessoria do deputado, são restritas e controladas pela Assessoria Militar da Casa de Leis. A assessoria do deputado também informou que, após autorização da justiça, o deputado tem participado de todas as sessões da AL.

Faltas
Sobre as faltas do deputado em sessões da AL no 1º semestre, sua assessoria disse que todas foram justificadas. Carlesse foi apontado como um dos deputados mais faltosos da casa, possuindo 23 faltas de 70 sessões ordinárias.

“Ele teve um período de licenças médicas. Ele teve que fazer uma cirurgia em Goiânia e outras viagens para Brasília, por exemplo, cumprindo agenda da câmara. Todas as faltas são justificadas”, disse a assessoria de Mauro Carlesse que acrescentou ainda que apesar das faltas, os requerimentos e projetos de lei do deputado estão entre os mais aprovados da Assembleia.

Motivo
Carlesse está detido na Assembleia há mais de uma semana após divergência em valores de pensão alimentícia à sua ex-esposa, Rosângela Carlesse. A falta de acordo seria porque o deputado não aceita a quantia que foi pedida por ela, que seria de R$ 50 mil de auxilio alimentação, e um retroativo de cerca de R$ 300 mil.

“Ele acha que é uma situação realmente chata, mas é um processo que corre em segredo de justiça. Mas é uma questão familiar e não política”, afirmou assessoria do deputado. O deputado não irá falar porque segundo a assessoria informou, o processo corre em segredo de justiça. 

Fonte: T1 Notícias

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